10/19/2006

O que interessa agora é vencer, vencer, vencer...

4ºrelato
"Aquela barba branca dele, o cabelo preto, parece um troço trangênico. Ou pinta a barba ou o cabelo. Ele se acha bonitão com esse new look". Roberto Requião (PMDB)sobre o adversário, Osmar Dias (PDT).
"O Requião está destemperado. Faz qualquer coisapara se manter no poder. Não respeite ninguém, quanto mais um adversário político". Osmar Dias (PDT)
Até aonde vai a criatividade desses políticos? Eles superam, em termos de comicidade até o saudoso mestre Carequinha (que vai se revirar na tumba com essa comparação).
Horário eleitoral é impossível de se assistir, não pela chatonice, mas pelo circo de horrores que eles fizeram dos programas eleitorais.
Há dez dias das eleições para segundo turno, toda e qualquer estratégia marqueteira barata que consiga difamar o adversário é válida!
Como todo circo, está montada uma série de caras e bocas que fingem indignação, interpretação pura no qual nesse circo o candidato mais “coitadinho” ganha os aplausos, no caso votos.
O candidato que não se espertou em conseguir os eleitores indecisos através das propostas, agora o faz por meio de discursos, no qual só resta à ele chamar a mãe do adversário por nome feio.Isso só embaralha mais a cabeça do eleitor que se antes não sabia em quem votar, decide agora pelo menos bizarro. O pior de tudo é que no meio disso a porcentagem do candidato que estava abaixo, subiu e para o seu oponente conseguir supera-lo terá que conquistar o resto de eleitores indecisos e ainda roubar alguns eleitores do outro! Se a palhaçada já era dura de agüentar antes, agora então vamos morrer de tanto rir - pra não chorar.

10/11/2006

Tome juízo você!

3ºrelato (jogado fora)
Sinto me incrivelmente mal por ter chego ao ponto de escrever um texto de conteúdo tão ultrapassado, porém ainda, infelizmente necessário! Pra minha felicidade e à de todos foi o primeiro é ultimo deste nível.



Onde termina a liberdade de expressão e onde começa a incrível e insaciável obstinação do homem em falar da vida alheia? É aquela velha e batida história, quem paga minhas contas sou eu quem cuida da minha vida...adivinhe só, também sou eu!
Há controversas, claro, não sou uma pessoa que usa cabresto de cavalo eu vejo o que há ao meu lado e não só à minha frente. Falar é, do que quer que seja, atitude normal e eu nem acharia estranho que pessoas falassem sobre mim ou de próximas Ai mora o perigo: até que ponte o outro pode argumentar sobre alguma coisa, ou pior sobre alguém que nem pouco, nem mal, que NÃO conhece? Quero ter certeza de que todos nós somos bem grandinhos e conseqüentemente que saibamos todas as políticas de boa convivência, assim não custa nada coloca las em prática é fácil e bem menos complicada do que parece. É mais ou menos: eu aqui e você lá!
Todos temos deveres e direitos na sociedade e a livre expressão é um dos primeiros, porém é inapropriado, pra não dizer ridículo, usar desse argumento pra ficar "falando da vida alheia". A liberdade de expressão é fiel à sua ideologia até o ponto em que ela pode/começa interferir na vida alheia. Trocando em miúdos, há um muro que separa você de nós, a nossa diferença é que se você quiser ser meu amigo (mesmo que você não aceite meu modo de ser) será MUITO BEM VINDO!
Então, crianças, vamos parar de gastar tanta energia com a vida dos outros e começar a nos preocupar com a nossa, porque se você deseja ser politicamente correto (o que é de se esperar) o começo é mudar a si próprio antes de querer mudar o mundo.

10/09/2006

A maior bobeira da vida

2º relato.
De devaneios em devaneios, constroem-se grandes teorias!
Em um simples ato de ligar a TV, deparei-me com a maior palhaça de toda minha vida: a morte.
Tive a conclusão mais terrível de toda minha vida, eu vou também morrer!
Afinal, para que morremos? Para tudo há uma resposta (em tese), mas há também para essa indagação? Não é uma reflexão boba, é realmente uma coisa séria.
Nós vivemos, fazemos projetos e chegamos ao máximo do viver: a morte. A vida é uma montanha russa, no qual depois da subida vem uma ladeira imensa, que não tem fim ou, que pelos menos, não conheço. O que vem depois?
O maior mistério e a única certeza da vida, que não sabemos quando e nem como irá acontecer. Um paradoxo tão complexo que acaba se tornando idiota, a vida não existiria sem a morte e vice-versa.
Como dizia o sábio Mario Quintana "(...)porque o tempo é uma inveção da morte (...)", ou seja, você vive pra morrer! Não é nada além do nosso campo de visão, é muito mais palpável do que parece, é algo que está ao seu lado, à sua frente e a trás de você. A morte é o narrador onipresente do romance que é a vida.

10/08/2006

1º relato.
Qual era mesmo meu primeiro relato?

O desejo, todo mundo sabe, nem sempre é uma certeza de realidade. Então o que aconteceu com o "pensamento positivo", "querer é poder"e outras tantas expressões da sabedoria popular?? Ao chegar nesse ponto, onde o otimismo não faz mais parte do meu ser, eu concluo: eu passei tanto tempo desejando uma coisa, que eu sabia que não iria acontecer e deixei de lado outras que, agora eu vejo, eram muito mais concretas! Afinal, arrependo me disso? Não!
Eu realmente acreditei nos meus sonhos e fiz o possível para torna-los realidade, mas o fato é que nem todos os sonhos são dignos de luta. Opaaaa...Devo estar contrariando muita gente agora.
"O sonho é o alimento da alma", concordo, porém vale a pena mergunlhar num mundo de fantasia, de faz de conta e enganar a si mesmo que tudo é possível (?). Não - respondo.
Há mais coisas à serem vividas, pare de sonhar um pouco e tente viver mais na realidade, deixe o "ah mas e se..." de lado e faça, alguma vez na vida, algo que nunca desejou, isso mesmo, coisas que nunca passaram pela sua cabeça, vá lá e faça!